quarta-feira, 15 de abril de 2009

Pré-estreia do filme "Divã"



Pré-estréia de “Divã” na UniSant’Anna

Filme é motivo de risos para, alunos de comunicação social


No último dia 03/04/2009, no Centro Universitário Sant´anna, foi exibido o filme “Divã” para os alunos do curso de Comunicação Social. O evento foi organizado pela Brazucah Produções e pela coordenação do curso, com participação dos alunos do 3º semestre de Relações Públicas e teve a presença do roteirista do filme, Marcelo Sabak, que respondeu algumas questões em relação à produção.
“Divã” conta a história de Mercedes, interpretada por Lilia Cabral, uma mulher bonita, casada, mãe de dos filhos, tem Mônica sua melhor amiga. Aparentemente ela tem uma vida feliz, mas lhe desperta a curiosidade de querer descobrir por que vive tão bem, e procura uma Psicanalista, o que ela não imaginava era que iria mudar, ela consegue ver suas próprias insatisfações, e a necessidade de se conhecer cada vez mais. O filme é baseado, no livro que virou peça de teatro de Martha Medeiro.
O aluno Marcelo Almeida do 2º semestre de jornalismo disse que foram convidados mas não poderão ir por que tinha prova. Gustavo Rodrigues Teixeira, 3º semestre de Publicidade “Adorei o filme é muito engraçado, dei bastante risada quer dizer todos deram, vale o ingresso eu recomendaria.” O evento falto um pouco de organização, pessoas sentadas no chão, atraso no equipamento para fazer a atividade complementar, tirando isso foi um dos melhores longas nacionais que já assisti.

Jardim Ãngela (ONG)


Jardim Ângela, ganha cultura e educação de graça

No país em que se paga por tudo, bairro da zona sul é beneficiado por ONG

Jovens da zona sul de São Paulo participam do projeto papel jornal, uma ONG (Organização Não Governamental.) Criada por jornalistas, há dez anos, no jardim Ângela, onde oferecem diversos processos, jornalísticos como: escrita, fotografia e diagramação, uma dos integrantes é Roseli Loturco, Jornalista.
O projeto começou, quando a fotografa do jornal folha, Marlene Bérgamo, entrou no Ângela para fazer uma matéria, e foi barrada por moradores e ouve um debate entre ambos, daí a idéia de criar uma ONG lá. Surgiu o Papel Jornal, a sociedade se organizou para acontecer isso, tinha muita carência de educação, e cultura. A primeira turma formada era de pessoas mais velhas, os alunos agora são mais novos de escolas primarias.
O primeiro plano, era á escrita com Sergio Vaz poeta da periferia, que através da dinâmica trás a conscientização, propôs fazer uma publicação a primeira foi sobre arte e cultura.

O processo para formação da (ONG)

O Ângela era considerado um dos bairros, mais violento de São Paulo, mas não tivemos problemas quanto por que, o Sergio é de lá, eu já morei, tem que existir um laço, com as pessoal dessa periferia. A equipe, que faz esse trabalho, é bem estruturada, são dois professores de texto, um de fotografia, e de diagramação, e trás também a experiência dos alunos mais antigos e coordenador. Diz Roseli.
Segundo Roseli, no começo o pessoal mais velho tinha um pouco de desconfiança, teve arrombamentos, mas o maior problema é a falta, de infra-estrutura, limitação física, financeira, é um trabalho praticamente voluntário, muito complicado, tem o aluguel do local, o impresso que custa caro.
O tema periferia sempre me interessou muito, queria transmitir um pouco do que sei. O poder público teria de fazer esse trabalho, mas como, existe uma carência isso fica para, as ONG, que ajudam no desenvolvimento, o Ângela por ter tido um grande índice de violência foi ajudado bastante por colaboradores. “As pessoas precisam de oportunidades, mas o legal é você ter à oportunidade, de escolher”.
Roseli diz, que gostaria de escreve um livro sobre o projeto, mas tem muito para aprender.

domingo, 5 de abril de 2009

Anjos do asfalto


O subtenente, Salvador Gomes é bombeiro a vinte – cinco e já participou de vários salvamentos, um dos últimos foi o de um rapaz preso sobre ferragens de um caminhão. Na Marginal Tiete

Os acidentes de trânsito são cada vez mais violento isso tudo principalmente, pelo exagero de bebidas, sono acumulado.

P-Em quais, épocas acontece o maior índice de acidente?

R-O maior número de acidente acontece, em feriado prolongado, por que as pessoas extravasam, bebem muito e dormem pouco.

P-por que uma assistência, adequada é essencial para que a vítima chegue com vida ao hospital?

R-SE você presta uma assistência dentro tempo resposta, curto ela é essencial para que preserve à integridade física da vítima, então é interessante, que a pessoa deslocada para esse local tenha, o cuidado pra aborda esse paciente (vitima), ele têm que usar as técnicas, ensinadas e que foram aprendidas, sempre preservando a coluna cervical.

P-Qual a importância da coluna cervical?

R-A coluna cervical é um órgão que fica logo atrás do pescoço, e aparte mais importante a ser preservada se não ou ver o acidentado, pode ficar tetraplégico e perde os movimentos da cintura para baixo.

P-Os bombeiros tem, um treinamento especifico para identificar, traumas e lesões?

R-Tem o REM ( resgate emergências médicas.) Esse curso está com uma carga horária de 220 hs, eles não são médicos nem para médicos, aqui no Brasil pelo que eu saiba, não é prestado esse tipo de serviço.

P-O que é APH?

R-É o atendimento pré hospitalar, você vai lá e faz o primeiro atendimento no local do acidente, de forma á preserva aquilo, que ainda não foi prejudica, leva pró médico desta forma, imobilizado com uma prancha e um colar cervical, monitorando todos os sinais vitais.

P-Quais lesões são mais difícil do bombeiro lidar?

R-O acidente com vítimas presa em ferragem, por que existe muitas vez um metal transfixado, na pessoa e você não pode mover esse objeto, em hipótese alguma isso em tecido mole como orelha, bochecha, local que realmente não tenha problema de passar uma artéria, em muitos casos você tem remover, corta e levar junto, então esses são os mais delicados.

P-Em casos de impacto sobre o automóvel, quais traumas são mais diagnosticado?

R-Por exemplo, se a pessoa não estiver usando cinto de segurança certamente, ela vai levar aquele impacto de vai volta e isso pode ocasionar um trauma de coluna e sem contar, costelas e outros órgãos que não são tão importantes se tratando do estado físico, que poderá ser lesionados, inclusive o banco que pode imprensar.

P-Os bombeiros sabe manusear, as ferramentas que usam em acidente com as vitimas presas em ferragens?

P-Sim, inclusive isso e treinado, a utilização da ferramenta correta e adequada é primordial, agente faz simulados, ou teatro de operações. Você tem de tomar cuidado por que com um descuido pode agravar o ferimento, na quebra do pára-brisa usamos uma machadinha e uma serra sabre.

P-Como é participação da mulher em acidentes?

R-Elas faz o mesmo trabalho que nos fazemos, a mesma dinâmica, o treinamento é igual, só em alguns casos que exige força ela não consiga fazer pelo seu biótipo fora isso é igual.

P-Com aprovação da lei seca, a os acidentes diminuíram?

R-Não posso falar estatisticamente, mas certamente diminui sim porque o cidadão via pensar duas vezes, antes de ingerir bebida, vai colocar uma pessoa para dirigir em seu lugar. Quando tem essa baixa é primordial para, serviços ambulatoriais e emergencial, é bastante interessante essa lei.

sexta-feira, 20 de março de 2009


Em baixa

A queda na venda de jornais mudou a cara das bancas em São Paulo


As bancas de jornal mudaram. Antes o carro-chefe era o jornal, com as vendas em baixa, os jornaleiros tiveram que buscar saída em outros produtos. No livro “A arte de fazer um jornal diário”, de Ricardo Noblat, há uma citação de Dick Brass, vice-presidente de desenvolvimento tecnológico da Microsoft, dizendo que os jornais podem desaparecer até 2018. Para o dono da banca Belas Artes, Nessim da Silva , que está com o ponto na Avenida Paulista, há dez anos e é jornaleiro há trinta,” os jornais não irão acabar, pois eles ainda são de qualidade e não é culpa dos jornalistas a queda nas vendas.”
Segundo ele, “Seus grandes concorrentes são a assinatura de jornais e a internet”, e complementa: “O cliente não vai deixar de receber o jornal em casa para comprar na banca, sendo que sai até mais caro, e a internet possui a rapidez de postar as notícias em tempo real”. Por outro lado o grande diferencial do jornal para os outros meios de comunicação como o rádio, a televisão e a internet é a apuração mais elaborada da notícia, pois muitos leitores gostam de saber os fatos integralmente e não somente um resumo do que ocorreu. Um exemplo disso são os clientes que compram regularmente na banca, geralmente são pessoas com idade entre 25 a 30 anos, a maioria advogados, bancários, estudantes universitários, entretanto os mais jovens procuram o jornal Lance!.
Perguntei para alguns leitores jovens porque eles sempre compram o jornal Lance!,”Eu gosto de ler (o Lance!), pois adoro esportes e principalmente futebol e o diário é um complemento a mais neste assunto, devido à diversidade de informações sobre todos os tipos de esportes”, afirma o estudante Fábio dos Santos. Já o estudante de logística, André Rodrigues gosta de ler o jornal, pois ele traz informações detalhadas de seu time e de outros times do Brasil e do mundo.
Na banca Bruno, o gerente Valdecir Fernandes, disse que os jornais são apenas um atrativo. Para ele na mídia impressa, as revistas semanais como a Veja ou a Época ainda vendem bem, e o lucro com as vendas das revistas é maior do que com as vendas dos jornais. “Hoje o lucro que gira em minha banca fica em 30% de revistas, 10% de jornais e 60% de outros produtos, como cigarro, doces e dvds, e a sobrevivência da banca depende exclusivamente da venda destes produtos.”
Para os donos das bancas, os jornais não irão acabar, as vendas podem até ter uma queda maior, porém se vier a acabar, não afetará seus lucros, e as bancas poderão se manter com outros produtos, como já fazem.


Hery Jacks

"Ditabranda"


“Ditabranda”

“Ditabranda”, termo usado por Otávio Frias Filho, diretor de redação da Folha para minimizar a ditadura militar, no Brasil

No último dia 17/02/2009. O diretor de redação do jornal Folha de São Paulo, quis ocultar á ditadura militar no Brasil com a “ditabranda” termo usado ate então pelo ditador Chileno Augusto Pinoche. A expressão que não era conhecida virou uma polêmica, foi uma pedrada em muitos jornalistas, que foram barbarizados e censurados pelos militares.
Partiu do jornalista Eduardo Guimarães, a idéia de fazer a manifestação a favor dos seus amigos que, foram censurados pela ditadura entre o período de (1964 - 1985 ) através do site cidadania.com.
No dia 07/03/2009. Alguns jornalistas, indiguinados com editorial da folha foram ate à sede do jornal fazer uma manifestação, contra o artigo, escrito sobre a “ditabranda.” Eles acharam um absurdo, o que foi publicado pelo jornal, pois aquele artigo estava jogando todo o trabalho e sofrimento que eles haviam tido, naquela época de Guerra do jornalismo Brasileiro. Que têm como exemplo, Vladimir Herzog, que foi o caso mais famoso de tortura e assassinato de um jornalista.
Como pode, chamar de brando um regime que torturou e matou tantas vitimas.Quando se fala de regime coisa boa não é,nunca ouvi falar de um que fosse bom para o seu país, alguns gostam mais à muitos que odeiam.
Alem dos próprios jornalista manifestantes, alguns meios de comunicação cobriram os fatos em tempo real, Band, Record e a própria Folha. A notícia foi coberta com equipamentos de última geração, como: câmeras fotográficas, celular e vídeos postados na hora.

domingo, 15 de março de 2009

O domínio (XX) no século XXI

O domínio (XX) no século XXI



Como podemos ver a mulher do século (XX), sempre foi mais ativa que o homem,
mesmo antes de nascer sendo ainda um óvulo sempre foi mais forte e
mais rápida que o homem. Para que tanta rapidez?
Pois sabemos que ao nascer sempre foram dominados pelo homem,
para começar o médico, para continuar o pai e para terminar o marido.
Mas, elas se revoltaram e a partir dos anos 60
Começaram a lutar pelos seus ideais. Iniciaram com a idéia da pílula e foram além. Depois de tanto esquentar a barriga no fogão hoje em pleno século XXI dirigem até caminhão.
E fogo bom que começou no fogão, ajudou na evolução desse ser de tanta precisão.