
Jardim Ângela, ganha cultura e educação de graça
No país em que se paga por tudo, bairro da zona sul é beneficiado por ONG
Jovens da zona sul de São Paulo participam do projeto papel jornal, uma ONG (Organização Não Governamental.) Criada por jornalistas, há dez anos, no jardim Ângela, onde oferecem diversos processos, jornalísticos como: escrita, fotografia e diagramação, uma dos integrantes é Roseli Loturco, Jornalista.
O projeto começou, quando a fotografa do jornal folha, Marlene Bérgamo, entrou no Ângela para fazer uma matéria, e foi barrada por moradores e ouve um debate entre ambos, daí a idéia de criar uma ONG lá. Surgiu o Papel Jornal, a sociedade se organizou para acontecer isso, tinha muita carência de educação, e cultura. A primeira turma formada era de pessoas mais velhas, os alunos agora são mais novos de escolas primarias.
O primeiro plano, era á escrita com Sergio Vaz poeta da periferia, que através da dinâmica trás a conscientização, propôs fazer uma publicação a primeira foi sobre arte e cultura.
O processo para formação da (ONG)
O Ângela era considerado um dos bairros, mais violento de São Paulo, mas não tivemos problemas quanto por que, o Sergio é de lá, eu já morei, tem que existir um laço, com as pessoal dessa periferia. A equipe, que faz esse trabalho, é bem estruturada, são dois professores de texto, um de fotografia, e de diagramação, e trás também a experiência dos alunos mais antigos e coordenador. Diz Roseli.
Segundo Roseli, no começo o pessoal mais velho tinha um pouco de desconfiança, teve arrombamentos, mas o maior problema é a falta, de infra-estrutura, limitação física, financeira, é um trabalho praticamente voluntário, muito complicado, tem o aluguel do local, o impresso que custa caro.
O tema periferia sempre me interessou muito, queria transmitir um pouco do que sei. O poder público teria de fazer esse trabalho, mas como, existe uma carência isso fica para, as ONG, que ajudam no desenvolvimento, o Ângela por ter tido um grande índice de violência foi ajudado bastante por colaboradores. “As pessoas precisam de oportunidades, mas o legal é você ter à oportunidade, de escolher”.
Roseli diz, que gostaria de escreve um livro sobre o projeto, mas tem muito para aprender.
No país em que se paga por tudo, bairro da zona sul é beneficiado por ONG
Jovens da zona sul de São Paulo participam do projeto papel jornal, uma ONG (Organização Não Governamental.) Criada por jornalistas, há dez anos, no jardim Ângela, onde oferecem diversos processos, jornalísticos como: escrita, fotografia e diagramação, uma dos integrantes é Roseli Loturco, Jornalista.
O projeto começou, quando a fotografa do jornal folha, Marlene Bérgamo, entrou no Ângela para fazer uma matéria, e foi barrada por moradores e ouve um debate entre ambos, daí a idéia de criar uma ONG lá. Surgiu o Papel Jornal, a sociedade se organizou para acontecer isso, tinha muita carência de educação, e cultura. A primeira turma formada era de pessoas mais velhas, os alunos agora são mais novos de escolas primarias.
O primeiro plano, era á escrita com Sergio Vaz poeta da periferia, que através da dinâmica trás a conscientização, propôs fazer uma publicação a primeira foi sobre arte e cultura.
O processo para formação da (ONG)
O Ângela era considerado um dos bairros, mais violento de São Paulo, mas não tivemos problemas quanto por que, o Sergio é de lá, eu já morei, tem que existir um laço, com as pessoal dessa periferia. A equipe, que faz esse trabalho, é bem estruturada, são dois professores de texto, um de fotografia, e de diagramação, e trás também a experiência dos alunos mais antigos e coordenador. Diz Roseli.
Segundo Roseli, no começo o pessoal mais velho tinha um pouco de desconfiança, teve arrombamentos, mas o maior problema é a falta, de infra-estrutura, limitação física, financeira, é um trabalho praticamente voluntário, muito complicado, tem o aluguel do local, o impresso que custa caro.
O tema periferia sempre me interessou muito, queria transmitir um pouco do que sei. O poder público teria de fazer esse trabalho, mas como, existe uma carência isso fica para, as ONG, que ajudam no desenvolvimento, o Ângela por ter tido um grande índice de violência foi ajudado bastante por colaboradores. “As pessoas precisam de oportunidades, mas o legal é você ter à oportunidade, de escolher”.
Roseli diz, que gostaria de escreve um livro sobre o projeto, mas tem muito para aprender.
Nenhum comentário:
Postar um comentário